Pular para o conteúdo principal

Instalando o Windows Subsystem for Linux (WSL) no Windows 10 de forma simples e rápida



 E ai meus amigos? Tudo bem com vocês?

O Windows Subsystem for Linux, ou também conhecido como WSL, permite a execução de um ambiente Linux, e suas respectivas ferramentas, direto do Windows, sem que seja necessário criar uma máquina virtual ou uma instalação dualboot. Além disso é possível ainda escolher a distribuição do Linux que mais lhe agrada, seja Ubuntu, Kali Linux, Suse ou Debian..

Parece bom né?! Sem muitos rodeios vou mostrar com instalar o WSL 2 no Windows 10.

Primeiramente, abra o PowerShell com privilégios administrativos e digite o comando 'wsl --install'.

A instalação será iniciada e o Ubuntu, que é distribuição padrão do WSL, será baixado e instalado.

Caso deseje outra distribuição é possivel alterar, explicarei como fazer mais abaixo.


Finalizando a instalação do WSL e o download da distribuição, será necessário reiniciar o computador.


A instalação será retomada automaticamente após o computador ser reiniciado.


E logo em seguida a instalação do Ubuntu, também sem necessidade de nenhuma ação.

Assim que finalizar a instalação do Ubuntu será solicitado que você crie uma conta de usuário. O nome de usuário não precisa necessariamente ser igual ao seu usuário do Windows.


Pronto! Temos o WSL instalado e funcionando no nosso computador.

Caso feche o terminal, basta abrir novamente no Menu Iniciar, escolhendo a distribuição instalada, neste caso o Ubuntu.


Caso deseje instalar outra distribuição, abre o PowerShell e digite 'wsl -l -o' para listar as distribuições disponíveis no WSL.

Depois de escolher a distribuição, digite 'wsl --install -d NomeDaDistribuição'.

Conforme prometi, simples e rápido. :) 

Espero que tenha sido útil para você. Até a próxima!

Postagens mais visitadas deste blog

[Linux] Alterando o nome do computador pelo terminal

 E ai meus amigos, tudo bem? Vamos para mais uma dica do pinguim. 🐧 Para renomear o computador pelo terminal é bem simples. Primeiro, edite o arquivo ' /etc/hostname ' no seu editor favorito. Mais uma vez eu vou usar o nano aqui. Com o editor aberto, altere o nome atual, neste caso é o 'ip-172-31-42-238'. Altere para o nome desejado, no meu caso vou alterar para o nome ' lab '. Em seguida salve o arquivo e saia do editor. Agora, edite o ' /etc/hosts ', substituindo qualquer entrada do nome antigo pelo novo nome. E por último, execute o comando, com superusuário, o comando ' hostname novo-nome-do-computador ', neste exemplo o nome é lab , então: ' hostname lab '. Para confirmar que o nome foi alterado, executei novamente o comando ' hostname '. Pronto, se você abrir mais uma sessão SSH seu computador já estará com o novo nome configurado. Fácil não?! :) Até breve para novas dicas.

[Resolvido] Intalação do Ubuntu Server 20.04 empacado em 'curtin command in-target'

  Sim, eu sei, a imagem tem marca d'água. Sabe porque? Por que acabou o dinheiro! 😆 É meus amigos, criei ambientes de testes como se não houvesse amanhã, com instâncias parrudas, usando uma dessas instâncias como ambiente de desenvolvimento. Os objetivos do lab e as atividades subsequentes foram devidamente entregues, mas a conta do meu descontrole tecnológico chegou e quase que tive um troço quando vi a fatura. Decidi trazer meu labs aqui para o meu datacenter, também conhecido como note velho, mas parrudo, que já tá fazendo hora-extra.   Estava instalando o Ubuntu Server no Hyper-v e a instalação empacou no ' curtin command in-target' , quase lá nos finais da instalação. Tentei em outro hypervisor e tive o mesmo resultado. Duas tratativas são possíveis:  desabilite a placa de rede durante a instalação; ou tenha saída para a internet, no caso utilize uma bridged adaptor (ou external, o nome varia de acordo como hypervisor).  Aparentemente o instalador tenta fazer um '

[Passo a Passo] Instalando o Gradle 7.2 no Windows

  O Gradle é uma ferramenta de automação de builds conhecida por sua flexibilidade e automação para criação de aplicações. O processo de build inclui complilação e empacotamento do código. Além disso o Gradle é capaz de automatizar builds em variadas linguagens, como Java, Kotlin, Groovy, Scala, Swift e C++.  Ao contrário do Maven e do Ant, que utilizam o XML para configuração e construção do build, o Gradle utiliza scripts escritos em Groovy, permitindo o build, testes e deploy em diversas plataformas. Sem mais delongas, vamos seguir com a instalação. Antes de começar a instalação, o óbvio precisa ser dito. Presumo que você chegou aqui por que já desenvolve em Java ou quer desenvolver, então tem o JRE ou JDK (que traz o JRE) instalado. Caso não tenha o JRE (Java Runtime Environment) instalado, baixe em https://www.java.com/pt-BR/download. Agora vamos baixar o Gradle em https://gradle.org/releases/. O último relase no momento desse post é a 7.2. A opção que escolhida, e como a própria